Resultados das autárquicas 2009 na Vila das Aves:
Assembleia de Freg. / Assembleia M. / Câmara Mun.
PSD - 2995 (57,4%) -------- 2551 ---------- 2494
UPC - 981 (19,1%) ---- -------- ----------
PS ----- - 960 (18,% ) -------- 2052 ------.-- 2226
PCP-PEV - 136 (2,6%) ----- 244 ------- 168
votantes 5151 (33,7%)
Os números da Assembleia de Freguesia perspectivam 9 mandatos para o PSD e 2 quer para a UPC quer para o PS.
Nas autárquicas de 2005, para a Assembleia de Freguesia, o PSD teve 2882 votos (8 mandatos), o PS 1711 votos ( 5 mandatos) e o PCP-PEV 233 votos
Tombo que se vai fazendo das coisas e dos factos do presente e do passado de Vila das Aves
domingo, 11 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Para memória futura...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Praça de Toiros na Tojela
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Da Junta de Parochia à Junta de Freguesia 5
Nos tempos em que o pároco era o presidente
Os conflitos na Junta da Parochia entre o presidente (pároco) e os restantes membros agudiza-se e isso talvez tenha a ver com os antecedentes que levaram ao derrube da Monarquia. As ideias republicanas que entretanto se disseminavam, por certo não foram alheias a um antagonismo crescente no seio da autarquia. Recorde-se que a lei impunha como presidente o pároco.
Em 25 de Julho de 1897, o presidente comparece à reunião da Junta e diz-se pronto a que se faça o inventário “de boa vontade” que os restantes membros tinham pedido anteriormente e que o presidente tinha recusado. Perante esta mudança de atitude, estes protestam e afirmam que o pároco/presidente só o fizera perante a intimação do município, para quem tinham recorrido. Feito, finalmente, o inventário, teria a seguinte conclusão: “Verifica-se que faltam: 1 colher de prata; 1 casula cor-de-rosa; 1 casula preta; 2 palas; 1 jogo de galhetas de estanho; 1 armário de guardar paramentos; 1 reitoral de Paulo V; 2 opas de primieira vermelha; 2 reposteiros das portas da sacristia; um banco de pau; um esquife; uma talha para azeite; um jogo de medidas para medir pão; duas cortinas de panos de guarnecer as janelas da capela-mor; um pano de damasco branco da estante do missal.” Considerando que houve viciação do inventário, a maioria da Junta decidiu participar o facto ao administrador (do concelho) demarcando-se do acto.
Há um claro braço de ferro entre o presidente e pároco e os outros elementos membros da Junta, braço de ferro que se irá prolongar durante algum tempo, até que o presidente da Junta deixa de ser o pároco da freguesia, o que virá a acontecer nos anos que se seguiram à implantação da República (Reposição do Cod. Administ.de 1878 que retira a presidência aos párocos). (Na foto, António Rodrigues Sampaio, autor do Código)
Entretanto, o presidente da Junta deixa de comparecer às reuniões e disso d
ão conta os restantes elementos, ao “Delegado do Procurador Régio” e ao governador civil. Durante o ano de 1898, foram várias as vezes em que o presidente/pároco, Abade Adriano Filippe se opôs a medidas propostas pelos outros elementos da Junta, nomeadamente a obra na “extinta egreja de Romão” e o pagamento por missas (“ao domingo e dias feriados pertencentes ao legado que pagou a Misericórdia de Santo Thyrso”) ao 1Pe Augusto José Coelho. A acta de 24 de Julho de 1898 dá também conta dos protestos do presidente contra as afirmações constantes do relatório que acompanhava o Orçamento, considerando-as “injustas e bexatórias”.Porém, o presidente/pároco não estava só. Na acta de 11 de Setembro desse mesmo ano, regista-se que “uma reclamação contra o orçamento assignado por alguns parochianos”, dizendo-se “os maiores contrivuintes da freguezia”. Finalmente, na acta de 19 de Fevereiro de 1899, está escrito: “(…) recusando-se o Revº Abbe de esta freguezia, a cantar as missas do lausperene mençal pelo preço de quatorze mil e quatro centos réis (…) exigindo a quantia de vinte mil réis (…).
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Da Junta da Parochia à Junta de Freguesia
Resultados
Do acto eleitoral de 27/09/2009 ( Ass.Rep.), comparando com 2005:PS 2401 votos - 47% ( 2731 - 53,5% em 2005)
PSD 1437 votos - 28% ( 1296 - 25,4% em 2005 )
BE 533 votos - 10% ( 343 - 6,7% em 2005)
CDS 321 votos - 6% ( 302 - 5,9% em 2005 )
PCP 202 votos - 4% ( 224 - 4,4% em 2005 )
Votantes/ inscritos: 5113/7766=66% ( 5103/7461=68% em 20059
sábado, 26 de setembro de 2009
Quem falou em boatos?
Segundo consta, "boato" foi uma das palavras fortes usadas na apresentação pública dum dos candidatos autárquicos locais, porventura a ensaiar uma estratégia de vitimização já encetada em referências a uns "outdoors" danificados... A alusão ao "boato" fez-me lembrar um documento que julgo com direito a figurar numa antologia de comunicação eficaz, o qual guardo cuidadosamente num dossier de papéis velhos...
De notar que, no contexto actual, é perfeitamente pertinente demonstrar que um boato não passa de um boato e alertar de que devemos permanecer atentos a todas ondas de especulações que têm como objectivo final denegrir pessoas...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Não há bela sem senão... II
Luz no Pântano - poemas

de Joaquim Ferreira Neto
(Ferreira Neto, 1923-2003).
Edição de 1959, Vila das Aves
Composto e Imp. na Tipografia das Aves
40 páginas
SANGUE CAMUFLADO
Agrilhoaram-te o corpo enregelado,
por não usares das suas ideias?!...
Nunca tragas o sangue camuflado,
mostrando ao mundo a cor das tuas veias!
Quem vence - não será o vencedor,
se fez da tirania o seu pendão!
A paz, a liberdade e o amor,
trindade oposta oposta à escravidão!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
"Não há bela sem senão..."
"Obra emblemática" é a designação oficial nos discursos e nos "Comunicar" com que a excelentíssima Câmara nos enche os olhos de milhões e mais milhões de euros, procurando comprimir o tempo e fazer parecer presente o passado mais ou menos recente... Como é curioso que nunca ninguém nos mostre em letras gordas quantos os milhões e milhões que dos nossos impostos colocámos nas mãos dos autarcas... E quanto desse dinheiro vem sendo malbaratado em papel profusamente ilustrado para nos convencer da generosidade inigualável dos autarcas que, com o que é nosso, nos vem rematar com "frase lapidar" que "nas zonas da Manguela e Tojela"(?!), "eu procuro fazer o melhor por Vila das Aves"
...Pois... E adei? Não é a sua obrigação? Porquê tanto papel? É a Câmara que precisa de ver reconhecido o mérito da obra feita em dez ou vinte anos? Ou é antes a expectativa de ver revertido em benefício do candidato o resultado da obra do autarca?
O dinheiro gasto em tanto papel é dinheiro de todos.
A Câmara tem por obrigação "Comunicar" quanto delapidou em papel.
( Que a rua seja "um belíssimo trabalho", está bem. Que o Largo tivesse sido transformado "num dos melhores espaços naturais de Vila das Aves", enfim....Agora que a guia do passeio tenha de ficar como se vê, só dá razão ao povo: no melhor pano cai a nódoa...)
sábado, 19 de setembro de 2009
Parque da Quinta dos Pinheiros: Estudo Prévio
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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