segunda-feira, 26 de abril de 2010

Fotos antigas

A casa reconhece-se de imediato. A envolvente está completamente mudada.
Fantástica foto.
Dos anos vinte, do século XX?

domingo, 25 de abril de 2010

Escritos.

Na dita cuja rua...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Escritos.

No Largo da Fábrica do Rio Vizela.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Escritos.

Em Sobrado, na morada do autor do escrito.

domingo, 18 de abril de 2010

A Capela da Senhora da Seca 2

No altar-mor da capela havia, no lugar central, a imagem da Sª da Seca, uma imagem da Senhora com o Menino nos braços. Esta imagem tinha, ao seu lado direito, em lugar mais modesto, uma imagem cujo nome oferece alguma polémica: uns afirmam ser de Sta Florinda, mas outros, designadamente a sua proprietária, afirmam que se trata de Sta Rufina; do lado esquerdo existia uma imagem de Sta. Rosa. Abaixo deste plano e da imagem central, havia uma imagem de Stº Ovídio que o povo pronuncia Santo Ouvido e talvez por isso seja, para ele, o santo protector dos ouvidos.
Como se sabe, a pertença da capela nem sempre foi pacífica entre o povo, sobretudo quando os párocos das Aves deitavam alguma lenha para a fogueira… e havia, de vez em quando, algumas zaragatas por esse motivo que, se calhar, impediram a realização de mais actos religiosos na mesma.
Hoje, a capela está praticamente fechada, abrindo-se só para algum acto religioso mandado celebrar pelos proprietários ou acedendo a algum pedido.

A INVOCAÇÃO DA SENHORA DA SECA

Como surge esta invocação de Senhora da Seca (ou Sêca)?
O Dr. Geraldo apresentou a seguinte explicação, na mesma palestra que referimos anteriormente: "Quanto à invocação de Senhora da Sêca, ela parece-me facilmente explicável: Em ano de grande seca, os lavradores da terra terão levantado preces e feito clamores a pedir chuva. Obtida a graça, ter-se-á passado a chamar-lhe Capela da Senhora da Sêca em sinal de gratidão, e foi assim que chegou até nós, tendo desaparecido a invocação a Santa Maria. Desconhece-se porém, quando tal aconteceu. Mas o desaparecido “Livro dos Estatutos da Confraria do Subsigno” da Paróquia das Aves, em 1769, deixa-nos adivinhar como a Capela da Senhora da Sêca exercia então um pólo aglutinador na pastoral paroquial. De facto, os Estatutos ordenavam que se fizessem clamores, isto é, procissões de penitência e rogações às igrejas dos arredores e capelas. (…) É nesta prática que a Capela da Senhora da Sêca exerce o tal papel aglutinador.

Fauna

A coruja, espécie em risco, anda por cá e defende-se como pode, como se pode comprovar aqui.


Como fotografar a dita, que é nocturna, silenciosa e solitária, não é tarefa tão fácil quanto fotografar os humanos protagonistas e o contador da ocorrência, não cremos que a foto apresentada no site da paróquia seja da "agressora".


É, aliás, mais provável, por ser mais vulgar, que se trate da coruja-das-torres, coruja-da-igreja, coruja-católica ou ... de nome científico "Tyto alba", ilustrada na foto ao lado e bem descrita na wikipedia...


E, com tal nome, a coruja até estaria em casa ou muito perto dela e o afastamento para o eucaliptal só pode ter sido temporário... Ou não fossem a Igreja, a torre e a Alameda do Padre Álvaro emblemáticos locais da paróquia das ... Aves !

sábado, 17 de abril de 2010

Escritos...

Junto à porta de entrada de uma habitação...

domingo, 11 de abril de 2010

Escritos.

Por aí, em diversos locais.

sábado, 10 de abril de 2010

Escritos...

...no passeio, na rua Humberto Delgado...

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Indústria, séc. XIX

"No inquérito industrial de 1881, a sub-comissão encarregada desse trabalho no distrito do Porto não pôde, por motivos estranhos à sua vontade, visitar esta fábrica.


A comissão central, no relatório geral do inquérito, estranha e lastima o facto de haver sido recusada aos seus delegados a entrada neste estabelecimento fabril.


O relatório, quanto à fábrica de Negrelos, conclui dizendo:


"Em vista do que a sub-comissão desistiu - nem podia fazer outra coisa - de conhecer acerca deste estabelecimento. As poucas notas indicadas nos mapas provêm das informações coligidas na repartição de fazenda de Santo Tirso. Consta aí que a fábrica tem 18.120 fusos e desses paga o imposto respectivo; mas informações de outros fabricantes acusam o número de 30.000 e a produção diária de 450 a 500 maços, anual de 130.000 a 150.000 maços com o valor de 250.000$000 reis a 300.000$ooo reis. Como registo apenas, e não como declaração positiva, inscreveremos estes números nos lugares competentes".


Segundo o inquérito de 1890, os elementos estatísticos, recolhidos pela respectiva comissão, dão como empregados nesta fábrica 629 operários de ambos os sexos. (...)


Actualmente, esta fábrica trabalha com 876 teares mecânicos e 31.000 fusos (...)


Alberto Pimentel, Santo Thyrso de Riba d'Ave, 1902

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ainda o dia dos moinhos

A ampliação de uma foto antiga da ponte do caminho de ferro, em Caniços, revela um moinho na margem direita do rio Ave, no local onde se ergue hoje a fábrica da Empresa Têxtil Eléctrica, de Bairro.
Esta empresa obteve licença, em 1905, para "estabelecer fábrica na margem direita do rio Ave, e para isso têm de ser demolidas moendas... também precisa aproveitar força motriz do rio por meio de duas turbinas destinadas a mover máquinas geradoras de electricidade..."
As moendas do Ave e do Vizela foram, sucessivamente, substituidas por aproveitamentos hidro-eléctricos.
Mas é possível que a moenda que se vê na foto tenha sido demolida mais tarde e que a foto não seja tão antiga como se aventava aqui . É que a foto também sugere, embora de forma pouco nítida, que a fábrica terá começado um pouco a montante da sua implantação actual.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dia nacional dos moinhos

Há cerca de quarenta anos, na margem direita do Rio Vizela, ali para as Carvalheiras, ainda funcionava esta roda na Azenha do Pisco.