Tombo que se vai fazendo das coisas e dos factos do presente e do passado de Vila das Aves
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
GRANDE CHATICE!

AO QUE CHEGA O FANATISMO...
Por acaso "atraquei" num texto, presumo que da responsabilidade da Câmara Municipal, que relata a vida e obra do "nosso" Manuel José Ribeiro (Conde de S.Bento).
Pela leitura fica-se a saber que nasceu em Santo Tirso em 2 de Agosto de 1807.
Só que... em 1807, a terra onde ele efectivamente nasceu a crer nos documentos, S. Miguel das Aves, "por acaso" (chatice!) até estava no concelho de Barcelos...
Ele há coisas!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A paróquia, a República em 1910 e os párocos da época.
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| Foto daqui |
Mas, como também já referimos aqui , não foi "o único Padre avense que heroicamente viveu dificílimas missões eclesiais e paroquiais antes durante e depois da implantação da República Portuguesa" como é aventado aqui . O Padre da Barca e Padre Augusto Coelho, da Capela de Luvazim, viveram as mesmas contrariedades e não terá sido por notória intervenção anti-regime mas mercê das circunstâncias criadas pelo episódio monárquico, pouco significativo mas explorado à exaustão, de Santo Tirso.
À data da implantação da República era Abade de S. Miguel das Aves Adriano Filipe Moreira da Silva que foi suspenso "do ofício e do benefício" e "se recusou a entregar as chaves da Igreja" ( ver Padre da Barca, pág. 172), (por ter aceite as leis da República relativas às pensões dos párocos e outras?). A Igreja esteve fechada cerca de dois anos e a paróquia anexada à de Bairro. Só na Páscoa de 1914 o pároco "encomendado" pode celebrar a primeira missa na Igreja paroquial, depois de o Dr.Maia Leitão, administrador do concelho, ter convencido o Abade Adriano Filipe a entregar as chaves...
O Padre Álvaro Guimarães, nascido em 1874, foi "cura" na paróquia em 1903, coadjutor em 1912 (sendo pároco "encomendado" o Padre Joaquim de Sousa Pereira, até 1920. A seguir, foi pároco o Padre António José da Silva Gonçalves, que teve como coadjutor o Padre da Barca (1921) e o Padre Cândido Lima das Eiras (1922). As responsabilidades paroquiais do Padre Álvaro Guimarães são muito depois da implantação da República: só em 1924 é "encarregado" e depois "encomendado". E manteve-se em funções até 1945, tendo tido, como coadjutor, a partir de 1943, o Padre José Ferreira...
Em 1945, o Padre Álvaro Guimarães tinha 71 anos. Tinha feito um trabalho pastoral de muita valia e foi, ele próprio um benemérito: de acordo com o Padre da Barca, tinha pago do seu bolso o deficit das contas das obras que realizou na Igreja (cerca de 20% do custo total de cerca de 400 contos, um dinheirão em 1930).
Foi substituído, enquanto pároco, dois anos antes de falecer, pelo seu coadjutor, Padre José Ferreira, à data com 40 anos e que havia sido pároco, anteriormente, em Calendário (Famalicão).
S. Miguel das Aves, de Famalicão a Santo Tirso (9)
A intervenção do ministro da Justiça da época, Adriano Machado, foi outra vez decisiva na discussão sobre a transferência de S. Miguel das Aves para a comarca de Santo Tirso, conforme se pode verificar pelo relato seguinte:
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
S. Miguel das Aves, de Famalicão a Santo Tirso (8A)
A facilidade das comunicações com Santo Tirso, relativamente a Famalicão, nomeadamente pela utilização da estrada de Guimarães (construída, com o perfil actual e com a "ponte nova" sobre o Rio Vizela, cerca de 1850) foi um dos argumentos para a mudança. Com a inauguração, em 31 de Dezembro de 1883, do caminho de ferro de Guimarães, esse argumento começou a aparecer com grande importância, como se pode verificar na discussão na sessão da "Câmara dos Dignos Pares do Reino" realizada em 3 de Agosto de 1887,
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