segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não se pode ter tudo

Pois... Ou passeios ou árvores.
Não se pode ter tudo... 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CURIOSIDADES...

Pois...Ora...Bem...

Em reunião de Junta de Freguesia de 14 de Julho de 1954, esta referia um telegrama do Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, com o seguinte teor:

Presidente da Junta de Freguesia S.Miguel das Aves Negrelos - Câmara Municipal Santo Tirso sua reunião ontem, deliberou proposta seu Presidente saudar na pessoa VªExcia S. Miguel das Aves ao fazer setenta e cinco anos sua incorporação concelho Santo Tirso e lembram que Câmara não tem esquecido nem esquecerá legítimas aspirações cumprimentos. Presidente Câmara Lima Carneiro.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A TELESCOLA EM VILA DAS AVES

A TELESCOLA EM VILA DAS AVES


Em Outubro de 1965, devido ao empenho e labor do professor José Fernandes Machado (professor na Escola Industrial e Comercial de Sto Tirso, morador no lugar de Lubazim - Lordelo), foi criado e começou a funcionar sob a sua direcção, nas instalações (antigas salas de aula), do edifício da Junta de Freguesia (Tojela), um Posto de Telescola na Vila das Aves - o Posto nº 36.
No primeiro ano de funcionamento inscreveram-se 48 alunos formando uma turma masculina e outra feminina.
Este Posto (e com ele a Telescola) viria a ser extinto no final do ano lectivo de 1970/71.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cine-Aves: do cine-teatro que foi ao que se não esperava que fosse...(3)

Reporto porta reposta. Uma. A outra não.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

"Como é que andam as almas na Vila das Aves?"

" as almas andam bem, as pessoas é que não". Ver aqui 

GRANDE CHATICE!


AO QUE CHEGA O FANATISMO...

Por acaso "atraquei" num texto, presumo que da responsabilidade da Câmara Municipal, que relata a vida e obra do "nosso" Manuel José Ribeiro (Conde de S.Bento).
Pela leitura fica-se a saber que nasceu em Santo Tirso em 2 de Agosto de 1807.
Só que... em 1807, a terra onde ele efectivamente nasceu a crer nos documentos, S. Miguel das Aves, "por acaso" (chatice!) até estava no concelho de Barcelos...
Ele há coisas!
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cine-Aves: do cine-teatro que foi ao que se não esperava que fosse...(2)

Ex-portas. Com licença?
Ponto final.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011 - Um bom ano?

Há que esperar, para ver...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Postais antigos

cerca de 1960, edição da Junta de Freguesia

Presépios

Um dos vários presépios colocados nos jardins da Vila

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A paróquia, a República em 1910 e os párocos da época.

Foto daqui
Já transcrevemos aqui um pouco do que, no "Ecos de Negrelos" dos anos 20 do século passado o Padre Álvaro Guimarães escreveu sobre os problemas causados pela "Monarquia de Santo Tirso", movimento de restauração da monarquia falhado, que ocorreu antes que passasse um ano do 5 de Outubro.
Mas, como também já referimos aqui , não foi "o único Padre avense que heroicamente viveu dificílimas missões eclesiais e paroquiais antes durante e depois da implantação da República Portuguesa" como é aventado aqui . O Padre da Barca e Padre Augusto Coelho, da Capela de  Luvazim, viveram as mesmas contrariedades e não terá sido por notória intervenção anti-regime mas mercê das circunstâncias criadas pelo episódio monárquico, pouco significativo mas explorado à exaustão, de Santo Tirso.

À data da implantação da República era Abade de S. Miguel das Aves Adriano Filipe Moreira da Silva que foi suspenso "do ofício e do benefício" e "se recusou a entregar as chaves da Igreja" ( ver Padre da Barca, pág. 172), (por ter aceite as leis da República relativas às pensões dos párocos e outras?). A Igreja esteve fechada cerca de dois anos e a paróquia anexada à de Bairro. Só na Páscoa de 1914 o pároco "encomendado" pode celebrar a primeira missa na Igreja paroquial, depois de o Dr.Maia Leitão, administrador do concelho, ter convencido o Abade Adriano Filipe a entregar as chaves...

O Padre Álvaro Guimarães, nascido em 1874, foi "cura" na paróquia em 1903, coadjutor em 1912 (sendo pároco "encomendado" o Padre Joaquim de Sousa Pereira, até 1920. A seguir, foi pároco o Padre António José da Silva Gonçalves, que teve como coadjutor o Padre da Barca (1921) e o Padre Cândido Lima das Eiras (1922). As responsabilidades paroquiais do Padre Álvaro Guimarães são muito depois da implantação da República: só em 1924 é "encarregado" e depois "encomendado". E manteve-se em funções até 1945, tendo tido, como coadjutor, a partir de 1943, o Padre José Ferreira...
Em 1945, o Padre Álvaro Guimarães tinha 71 anos. Tinha feito um trabalho pastoral de muita valia e foi, ele próprio um benemérito: de acordo com o Padre da Barca, tinha pago do seu bolso o deficit  das contas das obras que realizou na Igreja (cerca de 20% do custo total de cerca de 400 contos, um dinheirão em 1930).
Foi substituído, enquanto pároco, dois anos antes de falecer, pelo seu coadjutor, Padre José Ferreira, à data com 40 anos e que havia sido pároco, anteriormente, em Calendário (Famalicão).