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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Uma Casa nas Nuvens









Uma Casa nas Nuvens,
de João Filipe,
Vila das Aves, 2010.
Execução Gráfica de Liberto e Filho, Artes Gráficas, Lda





Um retrato
"que a minha vida seja permitir a infância 
embora nunca mais eu saiba como ela se diz"
Ruy Belo


Em cima do cavalinho de madeira
o tempo parou lembro-me bem
o homem enfiou a cabeça 
na manga de pano preto e por dentro
da máquina ajustou-me à luz
fez-me sorrir e perceber que iria durar
para além daquele instante
imóvel olhei em frente
engoli todo o ar da Póvoa que podia
numa fantástica eternidade a preto e branco
cavaleiro feliz sem espada
com pobres sandálias de camurça


falo de Ruy Belo e o mar
a entrar-me pelos cabelos
o mar todo adiante

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Mensagens



Francisco Pimenta,
1993,
Cadernos de Poesia,
edição da
Câmara Municipal
de Santo Tirso











TU E EU

Junto à lareira do amor,
tu e eu reconstruimos
nossa noite de Natal.
As labaredas são rosas
que não vemos mas sentimos,
quais espinhos e aromas
neste poema que somos ...

Duas imagens que restam
da alegoria do tempo
neste lar que foi presépio...

Não me dês prendas nem mel
para a minh' alma adoçar.
Põe os teus olhos nos meus...
Meu amor, basta um olhar!...

Mensagens de Francisco Pimenta
Edição Câmara Municipal de Santo Tirso - 1993

domingo, 18 de dezembro de 2011

4ª e 5ª JORNADAS CULTURAIS DE VILA DAS AVES

4.as  e 5.as JORNADAS CULTURAIS DE VILA DAS AVES,
Editor: O pároco de Vila das Aves, P.e Fernando Azevedo Abreu,1992, Execução gráfica da Gráfica  do Ave, Riba d'Ave.


Este volume relativo às Jornadas Culturais de 1990 e 1991 transcreve, entre outras, as comunicações de Aníbal Moreira e Rodrigo Silva sobre Luís Gonzaga Mendes de Carvalho, de Geraldo Coelho Dias sobre Camilo "Nas margens do Ave e do Vizela", de Rodrigo Silva sobre o Padre Silva Gonçalves ( pároco de S. Miguel das Aves de 1920 a 1923, depois de ter sido Senador no tempo da 1ª República) e de Domingos A. Moreira sobre o topónimo Cense.  

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vila das Aves, História da Paróquia e sua Toponímia

Ave - Cadernos de Cultura, CMST - 1993 - Vol 7. Geraldo J.A. Coelho Dias, Vila das Aves, História da Paróquia e sua Toponímia.



"Desta feita com alguns retoques e acréscimos,* queremos esboçar uma História da Paróquia de Vila das Aves, completando a monografia que, com tanto amor e bairrismo, elaborou o saudoso P. Joaquim da Barca".

* relativamente às palestras da Jornadas Culturais anteriormente publicadas.



Adenda: Em apêndice, transcreve o Tombo Paroquial de 1547 e as Memórias Paroquiais de 1578 relativas a  S. Miguel das Aves, S. Lourenço de Romão e Santo André de Sobrado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Jornadas Culturais de Vila das Aves

AS DUAS PRIMEIRAS JORNADAS CULTURAIS DE VILA DAS AVES, EM 1987 E 1988,
 é o título em sub-capa desta edição da Câmara Municipal de Santo Tirso.
Execução Gráfica da Gráfica do Ave, Riba d'Ave,1000 exemplares, Outubro de 1989
Para quem se interessa pela história da sua terra são de referir, nesta publicação, as comunicações do Prof. Geraldo Coelho Dias: "Paróquia e Cultura em S. Miguel das Aves" (com descrição das referências à paróquia nas inquirições de 1220 e 1258 e outras) e "A Paróquia de Vila das Aves no espiritual e no temporal" (onde refere pela primeira vez o Tombo da Igreja de S. Miguel das Aves de 1547, que encontrou finalmente, bem como o Livro das Visitações, de 1582 a 1686 e o Inquérito Paroquial de 1758).

sábado, 16 de abril de 2011

O Imediato Negativo - Poemas

de José Afonso de Castro Bastos

Edição de 1988

Execução Gráfica:

Gráfica Vimaranense

Guimarães


103 Páginas


Hino à Juventude


Há urgência de amor entre os anseios

Que te incendeiam

As horas sempre azuis


Há quem te queira desvirtuar a vida

Roubando-te as estrelas que inventaste


Continua a sonhar de peito aberto

Nessa pureza que desbrava o mundo

E a vida em cada instante será tua

No jeito que o futuro te aprouver


De mãos entrelaçadas serás fruto

O germén de florir a humanidade

Na água do teu riso

E do teu canto

A Queda e Evasão de Goa, Damão e Diu

de Luís Pinto (1940 -   )



Edição de Julho de 2009

Paginação e impressão: Liberto e Filho - Artes Gráficas, Lda - Vila das Aves

126 Páginas

Tiragem: 150 exemplares





" É triste perder assim um território! E foi assim na tarde de 19 de Dezembro que começamos a ser "prisioneiros de guerra". Sem saber ainda o martírio que iríamos passar durante vários meses. (...)
Antes de seguirmos para o campo de prisioneiros fomos obrigados a percorrer de manhã à noite as ruas da cidade, sempre escoltados por centenas de soldados indianos.(...) Éramos enxovalhados pela população, pedíamos água e eles atiravam com a água à nossa cara e cuspiam na nossa cara. Os goeses foram injustos."
 ( pág. 40)


"Fomos obrigados a ficar em sentido. Eis que surge pela porta de entrada um pelotão de fuzilamento acompanhado por um general alto, de barba, arrogante, prostrando-se à nossa frente, aí a uns 20 ou 30 metros.(...) Aquele pelotão de fuzilamento não vinha ali brincar às 2 ou 3 da madrugada. (...) E foi com espanto que naquele momento meia dúzia de soldados, em sítios diferentes, deram um passo em frente, desafiando aquele general e o seu pelotão de fuzilamento (...). (...) Os nossos camaradas marinheiros, mais atrás na formatura, gritaram "queremos a liberdade, queremos a liberdade".
"... o general deu ordens ao pelotão para começar a fuzilar os presos." ... o nosso capelão, naquele segundo antes da chacina, avançou direito ao general. (...) depois da conversa dos dois militares, foi-nos comunicado pelo capelão para pedir perdão ao general por aquela atitude que tivemos perante ele, considerada como uma ofensa pessoal e militar!" ( pág. 50 a 54).

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vila das Aves, Elementos para uma monografia

de Fernando Marques de Oliveira ( 1931 - )





Edição de 1 de Novembro de 2005

Montagem, Impressão e Acabamentos: Tipografia das Aves.

240 páginas.

Tiragem: 200 exemplares


"Elementos para uma monografia (...) vai ser título de um conjunto de informações sobre a terra que é nossa e cujo conhecimento é um dever.
Vila das Aves, Elementos para uma Monografia aqui fica, nas mãos do leitor amigo, para analisar, corrigir, completar e castigar, onde mereça." (pág. 11).



segunda-feira, 28 de março de 2011

Poemas escolhidos

de José Mendes Fernandes da Silva

Aos grandes vultos da medicina portuguesa:
Prof. Dr. Roncon de Albuquerque,
Prof. Dr. Cerqueira Magro e
Prof. Dr. Tomé Ribeiro.

Edição de 1998

Composto e Imp. na Tip. das Aves

225 Páginas



NEUROSE


Eu sinto-me ofendido e revoltado,

A vida não me corre de feição,

Quero-me só de quarto bem fechado

Como um detido dentro da prisão.


Quero sentir apenas ao meu lado

O fumo do cigarro e a solidão...

Eu sou, da vida, o velho condenado

A quem assiste apenas a razão...


Quero permanecer alheio a tudo

Como se fosse sudo, cego e mudo;

Tudo o qué hipocrisia, a humanidade...


Erguer ante a matéria o meu desprezo,

Mas tendo em mim o coração aceso

Para ganhar na vida a eternidade!...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Hora Sensual - Sonetos

de José Afonso de Castro Bastos

Edição de 1982

Comp. e Imp. nas Oficinas Gráficas

do Centro Juvenil de S. José

Guimarães


58 Páginas


Hora Sensual


Eu sinto a mansidão que vem no vento,
À tarde, entre a fragância dos pinhais;
Percerre-me um estranho sentimento
Eivado de desejos sensuais!

Na quietude azul do firmamento
Passam, cantando, bandos de pardais
E eu deixo esvoaçar o pensamento
Na praia dos meus sonhos irreais!

E como núvem branca de algodão,
Serena, palpitando de ilusão,
Que outra mais bela não a tem o mundo;

A tua imagem que eu prendo em meus dedos,
Fica bailando ante os meus olhos quedos
Na mais viva expressão de amor profundo!

domingo, 14 de novembro de 2010

Anoitecer - Poesias

de José Mendes Fernandes da Silva

Á tua memória Edialeda

Edição de 1987

Composto e Imp. nas Oficinas Graficas

do Centro Juv. de S. José - Guimarães


110 Páginas

MENINA

(Ao povo da Vila das Aves)

Vila das Aves, menina,
Que a minha esp'rança embalou,
Menina que foi sonhando
Sem saber o que sonhou;
Menina que despertou
Inda mal alvorecia;
Menina que caminhou
Por onde escolhos havia...
Menina que ajoelhou
Junto à cruz do seu altar;
Menina que só rezou
O que devia rezar...
Menina que se cansou
Sem dar provas de cansar;
Menina que só cantou
Depois da terra lavrar...
Menina que se abraçou
E se deixou abraçar;
Menina que se entregou
Aos braços do seu tear...
Menina que foi crescendo
Até grande se tornar;
Menina que a si se deu
Só para aos outros se dar...
Menina que se prendeu
Sem saber que se prendia;
Menina que à vida deu
Tudo o quanto lhe devia!...

sábado, 8 de maio de 2010

A Serpente Era Mulher, Romance

de Joaquim Ferreira Neto

Ao Prof. José Pacheco

Edição de 1985

Iniciativa da Junta de Freguesia

Vila das Aves


No ano do 30º Aniversário de Vila das Aves

127 Páginas

Mais um romance de Ferreira Neto acaba de ser publicado. Juntando-se a «ROSÁRIO DE CANTIGAS», «RASTO DE SANGUE», «À FACE DO INFERNO», «LUZ NO PÂNTANO» e a «DESTINOS OBLÍQUOS», aparece agora «CRUZAMENTO» a respeito do qual Rui Pontinha escreveu: «grande criador de caracteres se afirma Ferreira Neto, sem o mínimo de favor.
Com ironia e sarcasmo inventa as personagens, fazendo por vezes diabólicas caricaturas, e levantando outras vezes padrões humanos de cruciante tragédia».
A obra presente reafirma a directriz literária traçada desde o início da carreira do autor, e evidencia um claro esforço de pesquiza de novas formas, e de aproveitamento mais cabal das ideias-força do conteúdo.
Em «compassos» de narrativa, intencionais, e planeados no sentido de uma intemporalidade psicológica e fática, Ferreira Neto procurou adaptar uma «história» feliz a uma técnica actual e conseguida.

(Do «DIÁRIO DE NOTÍCIAS»)

Mágoas que eu sinto - Poemas


de José Mendes Fernandes da Silva

Edição de 1982

Composto e Imp. nas Oficinas gráficas

Centro Juvenil de S. José - Guimarães



133 Páginas

Suspenso ao pé da montra de brinquedos,
Permanece o menino enfeitiçado...
Mostrando ao vidro os seus esguios dedos,
Escondendo os desejos desolado...

Acorrentado, triste e de olhos quedos,
Em frente do seu mundo tão sonhado...
Como quem conta à vida os seus segredos,
Fala consigo o pobre, deserdado...

Irá ficar ali até que alguém
Repare no menino de ninguém,
Ou a noite o consiga adormecer...

Talvez para, de novo, em vão sonhar
No brinquedo que envolve o seu olhar
E que somente em sonhos pode ter !...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Flores de Outono - Poesias

de José Mendes Fernandes da Silva

à memória de minha mãe
Ludovina Mendes

Edição de 1979

Comp. e Imp. Centro Juvenil S. José Guimarães


165 páginas

Da banda de lá do rio

Da banda de lá do rio
mora um menino doente!
menino de olhar sombrio,
menino que, sei lá bem,
terá vindo na corrente !...

Da banda de lá do rio
mora um menino cativo !
menino que passa fome,
menino que esp'ranças come,
menino pintado ao vivo...

Da banda de lá do rio
mora um menino infeliz !
menino que chora e diz
que é feito de fome e frio,
menino, do amor, ausente,
menino feito semente !..

Da banda de lá do rio
mora um menino bondade!
menino de olhar vazio,
menino de terra alheia,
escrevendo sobre a areia,
a palavra caridade...

Da banda de lá do rio
mora um menino dif’rente!
menino que cala e sente
que lhe negam a razão...
menino feito ilusão,
que não pediu p'ra existir...
menino acariciado
por um amor a mentir !...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Depois da Meia Noite - Romance


de Joaquim Ferreira Neto, 1923 - 2003

Ao Brigadeiro Aires Martins

Edição de 1969

Composto e Imp. na Tip. das Aves



210 Páginas

É um prazer encontrar um livro como este de Ferreira Neto, que, sem se perder em localismos, (e verbalismos sempre abstractos e perigosos) mantendo continuamente a compreensão, nos dá uma prosa variada, original, viva, tão cheia de vida como a temática a que dá expressão.
As histórias do romance são arrancadas ao povo da região de Entre Douro e Minho (e às sombras escondidas de duas grandes cidades, Lisboa e Luanda) e como nos surgem verdadeiras e imprevistas! São autênticos seres humanos que respiram nas páginas deste livro, integrados num mundo que os define sem os limitar...

In Jornal das Aves

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Horas de sombra - Poemas e pensamentos


de José Mendes Fernandes da Silva

Aos meus filhos

Edição de 1967

Composto e Imp. na Tip. das Aves



158 Páginas


Poesia

Ao Padre Joaquim da Barca

Poesia é o sangue dos poetas
Cruzando heroicamente em fundas veias;
É o frescor alado das palavras
Sorvendo o gérmen puro das idéias...

É o beijo ardente e enamorado
Da arte em longas horas de tristeza;
Da solidão dos mundos já sonhados
Aos divinais acordes da beleza...

É o silêncio estático das coisas
Tornado em sons, em gestos espectrais;
Tudo o que não tem fala e nos consente
Afinidade em frases virginais...

É a estranha cor das coisas abstractas
Surgindo à pura luz da realidade!
Para além do real há mais beleza,
Facho que loucamente nos invade!...
...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Cruzamento - Romance


de Joaquim Ferreira Neto, 1923 - 2003

Ao meu vizinho e grande amigo:

João Pimenta

Edição de 1964

Composto e Imp. na Tip. das Aves


205 Páginas

Livro de estravagantes dramas, para sensibilidades finas e sentidas.
Grande criador de caracteres se afirma Ferreira Neto, sem o minimo de favor.

Com ironia e sarcasmo inventa as personagens, fazendo por vezes diabólicas caricaturas,
e levantando outras vezes padrões humanos de cruciante tragédia.

Romance para ler e recordar, vai ter - disso estamos certos - muito sectários e muitos detractores, mas, será precisamente esse divergir de ideias, esse entrechoque de opiniões o melhor prémio ao seu autêntico valor.

Rui Fontinha

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Rampa - poesia

de Joaquim Ferreira Neto, 1923 - 2003

Ao ilustre amigo e conterrâneo:

Monsenhor José Ferreira

Edição de 1964

Composto e Imp. na Tipografia das Aves


40 Páginas

IX

O silêncio,
as crianças, os rios e as flores;
a poesia, as aves e as estrelas;
O sorriso, a ilusão, a primavera e as fontes;
São o mundo imensurável
da beleza perene

O super-mundo

O mundo que só os poetas atingem,
no seu acontecer de gestos
que não trazem
a vida estudada, mistificada,
nas horas que os relógios
não contam.

Pudesse o outro mundo,
o mundo sujo,
o mundo do barulho, dos interesses,
da hipócrisia, da ambição, da bajulice,
da vaidade, do ódio, da mentira e da miséria,

compreende-lo em toda a sua plenitude

Então

até no sabugo, no lôdo dos pântanos,
se recriavam as plantas
da verdade,
e todos os homens se viam irmãos
e se espelhava o Céu.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Luz no Pântano - poemas


de Joaquim Ferreira Neto

(Ferreira Neto, 1923-2003).

Edição de 1959, Vila das Aves

Composto e Imp. na Tipografia das Aves



40 páginas


SANGUE CAMUFLADO

Agrilhoaram-te o corpo enregelado,
por não usares das suas ideias?!...
Nunca tragas o sangue camuflado,
mostrando ao mundo a cor das tuas veias!

Quem vence - não será o vencedor,
se fez da tirania o seu pendão!
A paz, a liberdade e o amor,
trindade oposta oposta à escravidão!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Á face do inferno - poesia



de Joaquim Ferreira Neto

(Ferreira Neto, 1923-2003).

Edição de 1957, Vila das Aves

Comp. e Imp. na Tipografia das Aves


35 páginas

"Eh povo!
Eh grande povo,
de mãos gretadas e calosas;
Vem para a rua empunhando a bandeira
da liberdade: - a cor não interessa,
nem o brilho do luar, nem o cheiro das rosas!
Vem de tamancos ou descalço
não importa!
Se te deceparem os braços
e a bandeira te quizerem arrancar,
segura-a com o olhar!
- Não esmorecas na luta;
A liberdade não tem preço nem fronteiras...
Se te rasgarem a carne
e o sangue jorrar das feridas
em catadupa,
rega com ele as novas ideias,
que os poetas soltam dos seus versos,
para que floresçam eternamente
no peito dos famintos da verdade..."
...

(extracto do poema "Novo Hino")